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MUNDO SEGUNDO & SAM THE KID FEAT. ZACKY MAN – BRASA

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Dezembro 3, 2017

LETRA:

Mundo:
Só bates em agosto como fogo posto, não tens posto no suposto composto desta cultura, és artista “fogo de vista” 1 solista na negra lista 1 sovina capitalista na indústria da censura.
Sobe a temperatura! Colamos ponteiros em manómetros, mercúrio em termómetros, voltas ao conta-quilómetros!
Eu estou a cuspir fogo sem aniquilar civís, amor de valor como 1 colecionador de vinis.
Isto é vício não ofício não há fogo de artifício ou indício de sacrifício para quem ama o que faz!
Desde o início é benefício vitalício o exercício de expelir o suplício de todo mal que ficou para trás!
Inflamável como gás tens o ego insuflado, como um preso em Alcatraz não chegarás a nenhum lado!
Estás cercado pelas chamas da fama no purgatório tipo cama do sanatório com destino ao crematório, é notório que és inseguro seguro-te pela mão asseguro-te que todo homem esconde a sua imperfeição!
Há espontânea combustão entre o verso e o refrão enquanto marco no do “Marco” que é um “Narco” na produção!
Marco do meio da rua como o 30 de Golden State eu fui feito à medida e não mudo só para ser aceite, se procuras um lugar procura o lagar do azeite tu não és definitivo mas sim um dente de leite, uma imitação barata de fraca repercussão como um escritor sem valor  “um animador de excursão” !
Sem noção 100 no som que não percebem onde estão e o que estão a fazer na cultura em que estão, em questão a composição escrita de fraca envergadura, uma imagem rica e bonita mas pobre na escritura!
Não há cura! Quem atura hipocrisia em fartura? De quem fatura em poucos anos dando o ânus à estrutura!
Tu pára e fura na imprensa sem currículo ou historial, alma impura tu pensa não dura sempre o Carnaval, a mentira vai e vêm é o karma habitual, quem brinca com o fogo queima-se o ditado é universal!
Refrão:
Incendiário!
Vê como a fasquia sobe como a temperatura!
Tu já sabes que eu sou!
A brasa que te vai queimar!
Eu estou a pegar fogo na rua!Incendiário!
Aqui a fasquia sobe como a temperatura!
Tu já sabes que eu sou!
O calor que te vai abafar!
Eu estou a pegar fogo na rua!
Sam the Kid:
ele quer, pitar no teu berço, tibar do teu poço
ele fala por interesse para entrar no teu bolso
ele dá-te a crença para que cedas a um algarismo
a ganância tem labaredas quando tentas malabarismo
roubar para ter um lugar nas ribaltas é o vosso hino
a partir de agora não há mais esmeraldas para nenhum suíno
tu defraudas o teu sobrinho, cultivas mas não semeias
um dia tens que assumir que és pior de quem te assemelhas
tenho orelhas evoluídas, em odisseias sem dormidas
tu odeias e invalidas porque ideias estão falidas
tu só querias estar seguro e brilhar na vida morcega
és o caloiro mais maduro, o futuro que nunca mais chega
como é possível ?! ele é imbecil a pensar que é promissor
é previsível, nem está visível no meu retrovisor
e eu? sou a influência que ele preza e dá continência
mas quando a imprensa aparece, é amnésia de conveniência
ele vive da aparência, observa a nobreza e imita
ele anseia ter a assistência, reserva uma mesa e grita
que podem vir mais garrafas, problema não vai ser guita
o problema é tu seres otário quando estás atrás de uma fita
com beldades e pulseiras, porteiras e convidados
vaidades na fogueira, é a cegueira dos confinados
tu queres fotografias, só te imaginas em passadeiras
eu tou na via a fazer piscinas sem braçadeiras
tens armadilhas, tenho armaduras
para granadas sem cavilhas que dão feridas e queimaduras
crio a sinfonia e toco em mais notas que partituras
tu copias autorias, não brilhas sem amarguras
agulhas dão o som das ondas em ranhuras
mergulham em misturas, dão-me zonas e culturas
não há desculpas, não há rimas cultas se tu não te informas
tu não consultas e há knowledge em muitas plataformas
e agora regas aos colegas que tu encargas
e o que pregas quando gabas o que alegas ,tu alargas
se houver regras tu apagas, não navegas, tu naufragas
porque o sol deixou-te às cegas, não enxergas, tu divagas
não tréguas nem há vagas se há um recalcamento
porque em privado nunca há mágoas, na ribalta mente
quando tinhas menos fome de luzes, tu ainda não te queimavas
procuras raps que não são lusos, depois traduzes e gravas
em beats parecidos e omites verdades
é só..ouvidos vendidos para ouvintes vendados
quando um palhaço anda a brincar no meu espaço eu vou protegê-lo
a tua farsa aqui não passa, tás em brasa mete gelo
Escrito por: Mundo Segundo & Sam the Kid
Voz convidada: Zacky Man
Produzido por: Marco Polo
Gravado por Mundo Segundo @ 2 Piso
Mistura e masterização por: Emanuele Mocce Mocchetti @ 2MoroStudios, Italy Email: emanuele@2MoroStudios.com ou mocce31@gmail.com
Mistura de vozes por Gustavo Carvalho @ Laboratório Musical
Realizado por: Thomas Zimmermann
Câmara: Thomas Zimmermann & Pedro Gonçalves
Edição: Thomas Zimmermann
Assistência técnica & recap: André Espinha
Desenho de luz: Emanuel Hayes (Tufo
Apoios & Agradecimentos: BoltBrothers (Braga) Jorge Azevedo (Fogo) B-Boys Julnako e Aiam B-Girl Borracha Pedro Queirós
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